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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

CORRIDA DE VELOCIDADE - EXERCÍCIOS












quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O USO DO APITO NOS TREINOS



Pessoalmente sou a favor do uso do apito nos treinos de hóquei em patins, apesar de saber que muitos treinadores não o utilizam e repudiam quem utiliza apito.
Simplesmente sou a favor, porque já fiz várias experiências e todas me disseram que o apito nos treinos de hóquei em patins, faz com que os atletas e a equipa tenham mais tempo de empenhamento motor, ou seja, que estejam mais tempo a executar uma determinada tarefa.
Posso dizer-vos que em sessões de treino de 60 minutos, com uma determinada equipa, seja qual for o escalão, porque já testei em vários, um treino sem apito tem em média 45 minutos de tempo efectivo onde os atletas estão sempre empenhados na tarefa e que em sessões de treino de 90 minutos, com a(s) mesma(s) equipa(s) testada(s) anteriormente, um treino sem apito tem em média 70 minutos de tempo efectivo onde os atletas estão sempre empenhados na tarefa.
Utilizando novamente as mesmas equipas e os mesmos atletas e executando o mesmo treino que foi executado sem apito, mas agora utilizando o apito, o treino de 60 minutos passa em média para 53 minutos de tempo efectivo onde os atletas estão sempre empenhados na tarefa e o treino de 90 minutos passa em média para os 80 minutos de tempo efectivo onde os atletas estão sempre empenhados na tarefa.
Para além de ganharmos mais tempo efectivo de treino penso que o apito traz ainda mais “disciplina” ao treino, é uma referência sonora para quando é necessário efectuar correcções naquele preciso momento e numa modalidade como a nossa onde os treinos são barulhentos por causa das bolas a bater nas tabelas, os stick’s a bater nas bolas e as rodas a aderirem ao solo, penso que o uso do apito é fundamental para trazer mais rendimento aos treinos, embora respeite muito quem defende o contrário e contra - argumente.
Uma Dica:
Não usem o apito nos treinos como um sinal de partida para os atletas reagiram a um estímulo, ou seja, por exemplo para treinar a velocidade de reacção, a celebre frase “ao apito levantas-te, dominas a bola e patinas isolado para a finalização”. Reparem, a nível de jogo, o tal apito serve simplesmente para parar o jogo, indicando faltas, ou indicando o termine do jogo, o que significa quando o apito soa é para parar. Logo se a nível é isso que se verifica, a nível de treino não podemos dar uma finalidade diferente ao apito, ou seja, não vou colocar o atleta a reagir ao estímulo do apito nesse tipo de exercício, quando a nível de jogo passa-se o contrário. Em vez do apito no treino para esses exercícios utilizem a palma das mãos a bater, uma bola a bater no chão e apenas um estímulo sonoro tal como um grito.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

OS MEUS TREINOS TÊM MUITO JOGO FORMAL 5 X 5

Um leitor enviou-me um e-mail a solicitar que se abordasse neste blog o facto dos treinos serem compostos com muito ou poucos jogos treinos.
Primeiro, penso que tudo varia de acordo com a concepção de treino de cada treinador e a forma como aborda a competição.
Segundo, o facto de treinarmos todos os dias ou treinarmos por exemplo 2 vezes por semana também influência.
Terceiro, depende dos objectivos de cada equipa/clube.
Quarto, uma coisa é treinar Infantis, outra coisa é treinar seniores.
Partindo do princípio que treinamos uma equipa adulta e de competição com objectivos previamente estabelecidos, eu penso o seguinte:
1- Em termos físicos, mesmo nos treinos, quando se realiza um jogo formal de 5 contra 5, temos de nos lembrar que o jogo formal é uma aproximação muito real da competição, logo iremos ter os atletas a nível físico quase sempre no máximo. Se tivermos os atletas sempre no máximo (fisicamente) é uma questão de tempo aparecer a exaustão física ou fadiga muscular e muitas vezes os treinadores não percebem o porquê dos atletas não renderem (quem os viu e quem os vê). Depois aparecem as chamadas quebras físicas e de rendimento.
2- Muitos treinos sem jogo formal de 5 contra 5 não deixa os atletas consolidarem as situações tácticas que o treinador pretende, nem que os jogadores possam se entrosar entre si.
3- Penso que cabe a cada treinador equilibrar a balança. Ou seja, saber quando e em que altura da época necessita da equipa a “todo gás” para atingir os tais objectivos e quando pode provocar quebras físicas tendo em conta que irá passar um fase de jogos do campeonato que independentemente dos resultados obtidos, os mesmos não interferem com esse objectivos.
4- Se quisermos “puxar” fisicamente, penso que o jogo formal de 5 contra 5 é um bom exercício, mas não se pode abusar.
5- Há treinadores que abusam do jogo formal nos treinos, há outros que o escasseiam e penso que nem “8”, nem “80”. Há que analisar, programar, organizar o trabalho e esperar que haja sucesso.
6- Para “provocar” uma quebra física na equipa, com objectivo de potencializar a equipa para daqui a 5-6 semanas para jogos importantes, não se pode utilizar o método “esta semana é só jogo treino” para “descansar” um pouco. Assim estaremos a andar para trás. Para tal, basta fazer treinos quase eles ausentes de jogo formal de 5 contra 5, variar e muito os exercícios, aproveitar para trabalhar mais a técnica individual etc. e 3-4 semanas antes dos tais jogos importantes começa-se outra vez a “carregar no acelerador”.
7- Um conselho pessoal: os atletas são como os carros, se sempre que andarmos de carro colarmos a fundo o acelerador andamos bem e damos avanço aos outros, mas se nos esquecermos de fazer a revisão ao carro e de mudar o óleo, o carro não aguente muito tempo e podemos ver todos os outros que vinham mais devagar a ultrapassarem-nos.

Leiam em www.paragrafosoltos.blogspot.com "Carta ao meu Treinador de Hóquei em Patins

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

COMO VAI O HÓQUEI EM PATINS FEMININO EM PORTUGAL?

BREVE INTRODUÇÃO


Sendo o Hóquei em Patins uma modalidade com grandes histórias de conquistas de títulos, quer a nível masculino, quer a nível feminino, o Hóquei em Patins Feminino em Portugal não tem tido a mesma projecção que o Hóquei em Patins Masculino, isto apesar da própria modalidade ter perdido projecção a nível Nacional e Internacional nos últimos anos.


Dado também que nos últimos anos o Hóquei em Patins Feminino em Portugal tem sofrido alterações a nível das suas competições e diminuído o número de equipas oficialmente inscritas em provas, este trabalho, tendo tudo isso em consideração, pretende responder a uma simples questão: Como vai o Hóquei em Patins Feminino em Portugal?

Existindo também mais treinadores inscritos nas competições oficiais do sexo masculino do que do sexo feminino, existindo competição mista de ambos os sexos nos escalões de formação e não existindo competições oficiais para escalões de formação femininos, tentamos também verificar se é uma questão do Hóquei em Patins Feminino em Portugal estar demasiado masculinizado, que está na base da falta de catapultação do Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

Apesar das mulheres, actualmente, participarem muito mais no fenómeno desportivo do que há algumas décadas atrás e de, hoje em dia, estarem presentes num vasto leque de modalidades com variadas características (Hargreaves, 1994), muitos sociólogos do desporto defendem convictamente que a prática desportiva actual reflecte constructos e perpetua crenças sobre a superioridade masculina e a inferioridade feminina (Lenskij, 1998).

Bryson (1994) reforça esta ideia afirmando que o desporto é uma instituição poderosa através da qual a hegemonia masculina é construída e reconstruída. Deste modo, a ideia de que o desporto é o lugar, por excelência, da equidade e da igualdade de oportunidades – ideia essa que Davisse e Louveau (1998) afirmam ser partilhada pela maioria das pessoas – deve ser posta em causa.

O papel da mulher na sociedade e no desporto está em mudança, sendo socialmente aceite que esta é lutadora, poderosa e agressiva em desportos de competição (Vincent e col., 2003).

METODOLOGIA

A metodologia utilizada procurou conhecer a opinião dos treinadores, das jogadoras e de “outros elementos” ligados ao Hóquei em Patins Feminino Nacional, sobre a sua actualidade e realidade.

Entenda-se por “outros elementos” pessoas com as seguintes funções: dirigentes, seccionistas, delegados, preparadores-físicos, massagistas e órgãos da comunicação social.


AMOSTRA

Atletas, Dirigentes, Treinadores e Outros Elementos ligados directa e indirectamente ao Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

OBJECTIVOS

1- Verificar a opinião das pessoas sobre o estado actual do Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

2- Verificar a necessidade de ocorrência de mudanças a nível da organização competitiva do Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

3-Verificar se o Hóquei em Patins Feminino em Portugal deverá ser mais feminizado.

TÉCNICAS E INSTRUMENTOS UTILIZADOS

Procedeu-se a uma selecção das questões mais pertinentes que levaram a efeito este estudo, sendo escolhidas apenas 15 questões de 30 possíveis, junto de pessoas ligadas directamente ao Hóquei em Patins Feminino. Posteriormente realizamos um pré-teste dessas mesmas questões (Inquérito) numa equipa de Hóquei em Patins Feminino que na presente época desportiva (2006-2007) disputa o Campeonato Nacional – Zona Norte. Seguidamente procedeu-se ao envio/recepção do inquérito via e-mail através da caixa de correio electrónica hptreinadores@iol.pt e entregue pessoalmente, sendo posteriormente recebido também pessoalmente.

Utilizámos um inquérito de 15 questões de resposta simples de SIM e NÃO, onde SIM significa concordo e NÃO significa não concordo. Através deste inquérito obtivemos respostas de pessoas ligadas directa e indirectamente ao Hóquei em Patins Feminino.

PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS

Para a execução, representação gráfica e tratamento estatístico, trabalhámos numa folha de cálculo do programa Microsoft Excel 2003, sendo depois os dados “exportados” para o programa Microsoft Word 2003, utilizando para tal, um computador Portátil HP Pavilion dv4000, Processador Centrino, em ambiente Windows XP Home.

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS

A apresentação dos dados reflecte as respostas obtidas no inquérito efectuado.

Total De Inquéritos Validados: 138

NOTA: Na leitura dos gráficos entenda-se por “outros” pessoas com as seguintes funções: dirigentes, seccionistas, delegados, preparadores-físicos, massagistas e órgãos da comunicação social, ou seja, como mencionado anteriormente “outros elementos”. Entenda-se por “Total” o somatório das respostas obtidas em “Jogadoras”, “Treinadores” e “Outros”.

PERGUNTAS EFECTUADAS NO INQUÉRITO E RESPOSTAS OBTIDAS EM TERMOS PERCENTUAIS

1- Concorda com o actual formato das competições oficiais do Hóquei Feminino?

Jogadoras: Sim 55% Não 45%
Treinadores: Sim 15% Não 85%
Outros: Sim 11% Não 89%
Total: Sim 42% Não 58%

2- Concorda que a utilização de jogadoras de idade inferior a 16 anos no escalão de seniores feminino é benéfica para a evolução do hóquei feminino?

Jogadoras: Sim 66% Não 34%
Treinadores: Sim 8% Não 92%
Outros: Sim 33% Não 67%
Total: Sim 51% Não 49%

3- Concorda que a organização de um campeonato para equipas de idade inferior a 16 anos é importante para "cimentar" bem o futuro do Hóquei Feminino em Portugal?

Jogadoras: Sim 98% Não 2%
Treinadores: Sim 92% Não 8%
Outros: Sim 100%
Total: Sim 97% Não 3%

4- Concorda com a extinção da 2ª Divisão Nacional Sénior Feminina?

Jogadoras: Sim 36% Não 64%
Treinadores: Sim 38% Não 62%
Outros: Sim 56% Não 44%
Total: Sim 39% Não 61%

5- Concorda com a utilização de atletas do sexo feminino nas provas de competição dos escalões inferiores de formação masculinos?

Jogadoras: Sim 77% Não 23%
Treinadores: Sim 85% Não 15%
Outros: Sim 56% Não 44%
Total: Sim 75% Não 25%

6- Concorda que os treinadores estão bem preparados para trabalhar com equipas femininas?

Jogadoras: Sim 53% Não 47%
Treinadores: Sim 31% Não 69%
Outros: Sim 33% Não 67%
Total: Sim 46% Não 54%

7- Concorda que o aparecimento de pessoas do sexo feminino a assumir as funções de treinador é benéfica para o hóquei feminino?

Jogadoras: Sim 89% Não 11%
Treinadores: Sim 77% Não 23%
Outros: Sim 78% Não 22%
Total: Sim 86% Não 14%

8- Concorda que a divulgação do hóquei feminino é suficientemente bem divulgada a nível da comunicação social e outros meios de comunicação?

Jogadoras: Sim 11% Não 89%
Treinadores: Não 100%
Outros: Não 100%
Total: Sim 7% Não 93%

9- Concorda que os grandes clubes portugueses de hóquei em patins masculino deveriam apostar no feminino, porque seria uma aposta ganha?

Jogadoras: Sim 91% Não 9%
Treinadores: Sim 85% Não 15%
Outros: Sim 100%
Total: Sim 91% Não 9%

10- Concorda que a entrada de jogadoras estrangeiras em Portugal foi boa para o hóquei feminino em Portugal?

Jogadoras: Sim 57% Não 43%
Treinadores: Sim 54% Não 46%
Outros: Sim 56% Não 44%
Total: Sim 57% Não 43%

11- Concorda que com os actuais padrões de competição o hóquei feminino poderá extinguir-se dentro de alguns anos?

Jogadoras: Sim 74% Não 26%
Treinadores: Sim 77% Não 23%
Outros: Sim 89% Não 11%
Total: Sim 77% Não 23%

12- Concorda que o desaparecimento de equipas femininas nos últimos anos tende a manter-se dada a actual conjuntura?

Jogadoras: Sim 79% Não 21%
Treinadores: Sim 85% Não 15%
Outros: Sim 100%
Total: Sim 83% Não 17%

13- Concorda que o hóquei feminino é menos aliciante que o hóquei masculino?

Jogadoras: Sim 30% Não 70%
Treinadores: Sim 23% Não 77%
Outros: Sim 33% Não 67%
Total: Sim 29% Não 71%

14- Concorda que estamos no "caminho certo", que não é necessário mudar nada e é uma questão de tempo voltarmos a ser uma potência do hóquei feminino?

Jogadoras: Não 100%
Treinadores: Não 100%
Outros: Não 100%
Total: Não 100%

15- Concorda que é urgente fazer-se algo pelo hóquei feminino?

Jogadoras: Sim 100%
Treinadores: Sim 100%
Outros: Sim 100%
Total: Sim 100%


CONCLUSÕES

O actual formato das competições oficiais para o escalão de Seniores Femininos, nomeadamente Campeonato Nacional e Taça de Portugal não satisfaz em termos competitivos quem nelas participa.

A participação de atletas com idade inferior a dezasseis anos no escalão de Seniores Femininos é benéfica para a evolução do hóquei em patins feminino, mas não é a ideal. Para catapultar e fomentar as bases de formação a nível técnico/táctico é fulcral a organização de um campeonato para equipas cujas idades das atletas não ultrapassem os dezasseis anos. A utilização de atletas do sexo feminino nas provas de competição dos escalões de formação masculinos (escalões inferiores) deve ser uma medida a manter.

A extinção da Segunda Divisão Nacional de Hóquei em Patins Feminino no final da época 2005/2006 para além de ter retirado competitividade aos campeonatos e não ter sido uma medida do agrado dos “intervenientes”, deverá voltar a existir, mas porventura em moldes competitivos diferentes dos anteriores.

Uma grande parte dos treinadores de equipas de Hóquei em Patins Feminino do sexo masculino não está devidamente preparado para orientar e comandar essas mesmas equipas femininas. O aparecimento de mais pessoas do sexo feminino a assumirem as funções de treinador pode ser benéfica para a evolução do Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

O Hóquei em Patins Feminino em Portugal necessita de mais divulgação a nível da comunicação social e/ou outros meios.

Os chamados “grandes clubes de Hóquei em Patins Masculino” de Portugal devem apostar no hóquei feminino, porque será uma aposta ganha e ajudarão a dar muito mais ênfase ao Hóquei em Patins Feminino.

A entrada de jogadoras provenientes de outros países em Portugal para jogarem Hóquei em Patins foi benéfica para a evolução do Hóquei em Patins Feminino em Portugal.

Se os actuais padrões de competições se mantiverem, o Hóquei em Patins Feminino em Portugal poderá extinguir-se dentro de alguns anos. O desaparecimento de equipas de hóquei feminino como se tem verificado, tender-se-á a manter se a actual conjuntura de factores ou medidas não forem alteradas, ou devidamente enquadradas com a realidade do Hóquei em Patins Feminino.

O Hóquei em Patins Feminino não é menos aliciante que o Hóquei em Patins Masculino, apesar das diferenças que possam verificar.

Urge fazer-se algo pelo Hóquei em Patins Feminino em Portugal, porque este não é o “caminho certo” a percorrer. O nosso País pode mesmo deixar de ser uma referência a nível internacional. Sem dúvida que é preciso mudar algo.

NOTA FINAL

Quanto aos objectivos inicialmente propostos aquando da realização deste estudo, conseguimos verificar a opinião das pessoas ligadas ao Hóquei em Patins, nomeadamente ao Hóquei em Patins Feminino, sobre o estado actual do Hóquei em Patins Feminino em Portugal, sobretudo tendo em conta o número de participações.

Verificamos também a necessidade de ocorrência de mudanças a nível da organização competitiva principalmente, porventura com alguma urgência e verificamos ainda que o Hóquei em Patins Feminino em Portugal está demasiado masculinizado, devendo a curto prazo ficar mais feminizado.

NOVAS PROPOSTAS DE TRABALHO

Será de importância fundamental verificar que tipo de novos quadros competitivos podem trazer mais competição ao Hóquei em Patins Feminino em Portugal e sem encargos financeiros adicionais aos clubes.

Será também de importância fundamental verificar como organizar competições para escalões de formação de Hóquei em Patins Feminino para atletas com idades compreendidas até aos dezasseis anos e que medidas devem ser tomadas para levar os clubes a serem incentivados a apostar na formação de atletas de Hóquei em Patins Feminino.


BIBLIOGRAFIA

HARGREAVES, J. (1994): Sporting females. Critical issues in the history and sociology of women’s sports, London, Routledge.

LENSKIJ, H. (1998): ““Inside sport” or “on the margins””, in International review for The sociology of sport, Vol.I (33): 19-32.

DAVISSE, A. LOUVEAU, C. (1998): Sports, école, société: la différence des sexes, Paris, L’Harmattan.

BRYSON, L. (1994): “Sport and the maintenance of masculine hegemony”, in Women, sport, and culture, Susan Birrel e Cheryl Cole (Eds), Human Kinetics.

VINCENT, J., IMWOLD, C., JOHNSON, J. MASSEY, D. (2003): Newspaper coverage of female athletes competing in selected sports in the 1996 centennial Olympic Games: The more things change the more they stay the same In Women in Sport & Physical Activity Journal, 12 (1), pp.1-21.

Trabalho Elaborado por:

Hélder Nuno de Sousa Antunes
Vila Boa do Bispo – Marco de Canaveses


Licenciatura – Prof. do Ensino Básico (2º Ciclo), Var. de Educação Física.
Treinador de Hóquei em Patins Nível II:

Vencedor 5 Torneios de Infantis Feminino entre 96/97 e 99/00 pela A.C.D.C.P.V.B. Bispo;
Campeão Distrital Infantis Feminino 97/98 pela A.C.D.C.P.V.B. Bispo;
Medalha de Mérito Desportivo – Marco de Canaveses – 1998.
Vice-Campeão Distrital de Iniciados Masculinos 00/01, pelo HC Marco;
Vencedor do Torneio de Abertura em Seniores Feminino 02/03, pelo HC Marco;
Vice-Campeão Distrital em Seniores Feminino 01/02 e 03/04, pelo HC Marco;
Subida à 1ª Divisão Nacional em 03/04, em Seniores Feminino pelo HC Marco;
Presença na Fase Final do Campeonato Nacional Feminino 04/05 e 05/06, pelo HC Marco.
Treinador do Clube Hóquei dos Carvalhos.
Treinador de Basquetebol Nível I.
Administrador do blog
www.hptreinadores.blogspot.com.
Curso de Cinesiologia Aplicada à Musculação.
Curso de Int. Schwinn Indoor Cycling.
Curso de Nutrição e Desporto.

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http://www.mundook.net/noticias/nacional/nacional125.htm